domingo, 20 de março de 2011

Nossa já faz mais de um ano que escrevi!! Desculpem-me as leitoras, mas a rotina e o relapso da escrita tomaram conta de mim.

Com toda a certeza do mundo, hoje estou melhor que "ontem". A cicatriz? Ela ainda permanece, mas doe bem menos do que já doeu. Agora só de vez em quando que a olho e me vem aquela fisgada. O que fiz para isso? Dei tempo ao tempo, segui a vida como pude, fiz dela "uma peça de teatro em que não se permite ensaios", então vi que não poderia continuar com aquele espetáculo, já que nem a protagonista estava satisfeita. E é isso que aconselho a vocês minhas leitoras que passam ou passaram por histórias como a minha, triste em que parecíamos está em um deserto sem ninguém e sem nada para se apegar, viva, foque em alguma coisa que você gosta e parece não mais gostar, dê vida às pessoas que realmente te amam e assim garanto a vocês que a cicatriz não passará de uma lembrança que só de vez em quando - e só se você quiser - doerá.

Como diz a letra de música de Chico Buarque, Construção (ou em nosso caso Re-Construção):

"Amou daquela vez como se fosse à última

Beijou sua mulher como se fosse à última

E cada filho seu como se fosse o único [...]"


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